Sucessão familiar: O seguro que deixa seus herdeiros amparados

Planejamento financeiro nunca foi uma prática comum no Brasil. Segundo pesquisa do SPC, Serviço de Proteção ao Crédito, divulgado na Agência Brasil de 2018, 58% dos brasileiros não se dedicam às próprias finanças. E a situação ainda piora quando ocorre um falecimento. Por isso, precisamos pensar na chamada sucessão familiar.

Mesmo pessoas que acumulam muito dinheiro durante a vida, acabam não pensando em questões como a própria morte e tudo o que ela acarreta. Afinal, o falecimento de uma pessoa pode gerar uma série de questões para os herdeiros. Desde a dificuldade em receber a herança, até não ter dinheiro para pagar despesas como o funeral.

Em situações como essa, o seguro de vida pode ser uma boa ajuda para que a sucessão familiar seja feita de maneira mais fácil e, por que não, prática.

Mas afinal, o que é sucessão familiar?

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O que é sucessão familiar?

Sucessão familiar é a organização, ainda em vida, sobre a transferência dos bens, sejam eles móveis ou imóveis, negócios, investimentos e outros para os herdeiros e demais beneficiários. Ela é fundamental e serve tanto para pessoas físicas quanto para empresas.

Dessa forma, é possível definir como os bens serão divididos entre a família e demais beneficiários, sempre pensando na perpetuação do patrimônio familiar, evitando conflitos e brigas.

Quando é feito um inventário ou uma doação ainda em vida, existe a incidência do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens ou Direitos, o ITCMD, que varia de 2% a 8%, dependendo do estado.

Despesas com cartório e advogados também devem ser levadas em consideração. Isso faz com que os custos da sucessão familiar sejam de até 20% dos valores dos bens.

Sendo assim, muitas vezes, os herdeiros não conseguem ter acesso a esses bens por conta de toda a burocracia que envolve o inventário, bem como todos esses tributos e outros gastos que eles não conseguem arcar.

Para esses momentos, o mais indicado é fazer um seguro de vida que possa deixar subsídios para que esses valores sejam arcados. Saiba mais!

A importância do seguro de vida na sucessão familiar

Para se fazer uma sucessão familiar mais tranquila, a contratação do seguro de vida vitalício com capital segurado equivalente ao valor dos custos estimados, é a melhor opção para deixar os beneficiários amparados.

Para isso, o contratante precisa fazer um plano e levantar todo o valor que ele julga que será necessário com o processo de inventário ou de sucessão em sua empresa, por exemplo.

Outra utilidade do seguro, é também deixar a família mais confortável no que diz respeito a dinheiro em caixa para as despesas mensais, se o segurado era o responsável financeiro pelo sustento da casa.

Além disso, são muitas as vantagens de se contratar um seguro de vida pensando na sucessão familiar. Conheça agora:

Liquidez

O seguro de vida faz toda a diferença na questão da sucessão familiar, principalmente por conta da liquidez. Ou seja, ele é rapidamente convertido em dinheiro na mão. Diferentemente de um imóvel, por exemplo, que precisa ser vendido para que o proprietário possa utilizar o dinheiro.

Isso porque a legislação prevê que o capital segurado seja pago integralmente no prazo máximo de 30 dias. Além disso, os valores são livres da incidência de ITCMD e de Imposto de Renda.

Sendo assim, com o seguro de vida, os herdeiros têm acesso rápido aos recursos necessários para resolver as pendências burocráticas.

Redução de conflitos

Ter disponível esses valores para arcar com os custos necessários também reduz os conflitos entre os herdeiros. Afinal, com o dinheiro em mãos, não haverá motivos para discussão de quem vai arcar com essas despesas.

Isso também reduz riscos e o impacto negativo no processo de inventário e advogados, evitando que aconteça uma dilapidação do patrimônio.

Outra questão que também reduz os conflitos é que, no planejamento da sucessão familiar, a quantia segurada para cada beneficiário é definida previamente. No entanto, é importante salientar que isso deve estar especificado na apólice.

Protege a empresa

O seguro de vida também é uma maneira de proteção patrimonial. Afinal, viabilizando o acesso aos bens de maneira planejada pelos herdeiros, garante que o segurado tenha seus desejos atendidos.

Afinal, muitas vezes trabalhamos uma vida inteira e a empresa acaba sendo perdida em momentos como esse.

No caso do planejamento da sucessão familiar em empresas, o fato de haver um seguro também evita a entrada de herdeiros não qualificados quando há a morte de um dos sócios, por exemplo.

Assim, é possível que os demais sócios possam liquidar as cotas do que faleceu, sempre respeitando critérios pré-estabelecidos e ainda, sem descapitalizar a empresa.

Isso protege e viabiliza a empresa, aumentando as chances de ela ser transmitida para as próximas gerações.

O seguro de vida é impenhorável

Segundo o artigo 833 do Código de Processo Civil, o seguro de vida é impenhorável e segundo o artigo 794 do Código Civil, ele não está sujeito às dívidas do segurado.

Ou seja, mesmo que o segurado possua dívidas, o seguro de vida garante aos beneficiários o recebimento do capital. Assim, afasta o risco de restrições judiciais.

Além disso, ele não transita em inventário e não tem custas processuais ou honorários advocatícios.

Independente de quanto você possui de patrimônio, se existem herdeiros, você precisa pensar no futuro deles. Sendo assim, fale com a gente para contratar um seguro de vida e proteger o patrimônio da sua família!

 

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