Em um contexto onde a maior parte das organizações armazena seus dados na nuvem e muitas operam em formato remoto, a
resiliência cibernética se torna imprescindível.
A resiliência cibernética refere-se à capacidade de uma organização de preparar-se para, responder a e se recuperar de ataques cibernéticos. Trata-se de adotar uma abordagem proativa para garantir que os sistemas e dados continuem seguros e operacionais, mesmo diante de ameaças e incidentes.
Hoje, os dados de uma empresa fazem parte do pilar central e
plano de qualquer negócio. São com informações de Leads e clientes que novos negócios conseguem crescer, são com informações internas de faturamento que boas decisões podem ser tomadas e até mesmo com os dados sobre funcionários e times que uma organização consegue direcionar melhor seus esforços.
Em qualquer empresa, o CEO tem papel fundamental nessa questão e neste texto mostramos os melhores caminhos para desenvolver a tão necessária resiliência cibernética.
Antes de falar da importância em si, precisamos nos aprofundar no conceito de resiliência cibernética, ou seja, a capacidade de uma organização de se preparar, responder e se recuperar de incidentes cibernéticos.
Isso envolve não apenas a proteção contra ataques, mas também a habilidade de manter a operação dos sistemas críticos e serviços mesmo sob ataque, e de recuperar rapidamente após uma violação ou incidente.
Assim, a importância da resiliência cibernética tem a ver com:
Em resumo, a resiliência cibernética é vital para garantir que uma organização possa continuar operando de forma eficaz e proteger seus ativos digitais contra uma ampla gama de ameaças cibernéticas.
O papel do CEO na definição da cultura de segurança de uma organização é crucial. Como líder máximo, o CEO influencia diretamente a importância atribuída à segurança cibernética e ao comportamento de segurança dos funcionários, fora que suas atitudes são um exemplo a ser seguido.
Quanto aos papéis, podemos falar de:
O CEO deve demonstrar que a segurança cibernética é uma prioridade estratégica para a organização. Isso pode ser feito integrando a segurança nos objetivos empresariais e destacando-a nas comunicações interna e externa.
O CEO deve aderir às práticas de segurança e ser um exemplo a ser seguido. Quando os funcionários veem que a liderança está comprometida com a segurança, é mais provável que eles também se comprometam.
Garantir que a organização invista adequadamente em tecnologia, pessoal e treinamento para manter um ambiente seguro. O apoio financeiro e a alocação de recursos adequados são fundamentais para a implementação de medidas de segurança eficazes.
Um exemplo é contratar o
seguro cyber e ainda contar com treinamentos periódicos de reciclagem para todo o time, incluindo os novos funcionários. Prepare sua equipe e mantenha-se em conformidade com as principais regulamentações do setor. Clique aqui e saiba mais!
O CEO, junto dos demais decisores, deve apoiar a criação e a implementação de políticas e procedimentos de segurança claros e compreensíveis, garantindo que todos na organização entendam suas responsabilidades.
Promover programas de treinamento contínuos para funcionários sobre as melhores práticas de segurança cibernética. O CEO deve apoiar iniciativas de conscientização que ajudem os funcionários a reconhecer e responder a ameaças. Para se aprofundar ainda mais nesses temas e capacitar sua equipe de maneira eficaz, acesse a NV Academy, onde oferecemos cursos e materiais exclusivos sobre cibersegurança e práticas de proteção digital.
Encorajar uma abordagem de melhoria contínua para a segurança cibernética. O CEO pode apoiar auditorias regulares, avaliações de risco e revisões de políticas para garantir que a organização esteja sempre um passo à frente das ameaças.
Demonstrar liderança decisiva e eficiente na resposta a incidentes de segurança. O CEO deve garantir que há planos de resposta bem definidos e que a organização está preparada para lidar com incidentes de maneira eficaz.
Promover uma cultura de transparência onde os problemas de segurança possam ser relatados sem medo de represálias. O CEO tem a capacidade de fomentar um ambiente onde a comunicação aberta sobre questões de segurança é encorajada.
Em resumo, o CEO deve ter a capacidade de definir, promover e inspirar uma cultura de segurança cibernética. Seu compromisso e liderança são essenciais para assegurar que a segurança seja integrada em todos os níveis da organização.
O investimento em tecnologias de segurança da informação precisa contar com estratégia, ser contínuo e alinhado com os objetivos de negócio da organização. Confira algumas dicas para investir da melhor maneira:
Realize uma análise abrangente de riscos para identificar as ameaças, vulnerabilidades e impactos potenciais nos ativos da empresa. É preciso priorizar os investimentos com base na criticidade dos ativos e na probabilidade e impacto dos riscos identificados.
Garantir que os investimentos em segurança apoiem os objetivos estratégicos e operacionais da organização. Também é válido avaliar o retorno sobre o investimento (ROI) e o custo-benefício das tecnologias de segurança.
É interessante implementar uma abordagem de segurança em camadas, utilizando diferentes tecnologias para proteger contra diversos tipos de ameaças.
Por exemplo, seguro cibernético, firewalls, sistemas de detecção e prevenção de intrusões (IDS/IPS), antivírus, criptografia, sistemas de gerenciamento de identidade e acesso (IAM) etc.
Inteligência Artificial e Machine Learning podem ajudar a detectar padrões de comportamento anômalo e identificar ameaças avançadas. Muitas automações também conseguem responder rapidamente a incidentes e reduzir a carga de trabalho manual.
Trabalhe para que as tecnologias de segurança estejam em conformidade com as regulamentações e normas do setor, como LGPD, PCI-DSS, etc. Considere as tecnologias que facilitem auditorias e a obtenção de certificações de segurança é sempre uma boa recomendação.
Desenvolver planos de resposta a incidentes cibernéticos é essencial para garantir que uma organização esteja preparada para lidar com possíveis ameaças e minimizar os impactos de um incidente.
Comece identificando os tipos de incidentes cibernéticos que podem ocorrer, como ataques de malware, phishing, ransomware, DDoS, etc. Na sequência, classifique os incidentes com base em sua criticidade e impacto potencial nos negócios.
Outro ponto importante é definir processos para a detecção rápida e a análise inicial dos incidentes. Na sequência, estabelecer medidas de contenção para limitar a propagação do incidente e proteger ativos críticos e, por fim, definir procedimentos para eliminar a causa do incidente, como remover malware ou corrigir vulnerabilidades.
Isso fica mais simples quando você tem uma equipe cujos papéis são claros na abordagem dos incidentes, sejam membros de TI, segurança da informação, comunicação, jurídico, RH e representantes de outras áreas relevantes.
Se você contratar uma apólice de seguros, você terá a vantagem de contar com o apoio de profissionais especializados para ajudá-lo a conter o incidente desde a suspeita desta ocorrência até as possíveis indenizações. Portanto é sempre interessante realizar uma proposta com uma corretora especialista e assim entender como o seguro poderá ajudar a empresa.
O papel do CEO na resiliência cibernética também está na prática de treinamento e engajamento do time. Vale estabelecer um cronograma regular para treinamentos e atividades de conscientização.
Por exemplo, ao incluir o treinamento de segurança cibernética no processo de onboarding para novos funcionários e nos planos de desenvolvimento contínuo.
Outro ponto interessante é realizar simulações regulares de phishing e outros tipos de ataques para avaliar a prontidão dos funcionários.
Para o engajamento dos colaboradores, conte com técnicas de gamificação, como quizzes e desafios com recompensas. Enviar lembretes e atualizações regulares sobre segurança cibernética por meio de e-mails, newsletters e painéis informativos também ajuda.
Neste ponto, nosso conselho é olhar para parceiros externos, uma vez que uma empresa pode não ter todo o know-how para segurança cibernética, impedindo a criação de resiliência nesse assunto.
Selecione parceiros com uma sólida reputação e experiência comprovada na área de segurança cibernética. Você pode verificar se os especialistas possuem certificações relevantes, como:
Também considere a utilização de serviços gerenciados de segurança (MSSPs) para monitoramento contínuo, resposta a incidentes e gestão de segurança.
Como CEO, ainda é possível participar de conferências, workshops e eventos de segurança cibernética para aprender com especialistas e compartilhar conhecimentos na empresa. Assim como se envolver em grupos de segurança e fóruns de discussão para trocar informações e experiências com outros profissionais de segurança.
O
Brasil ainda é um país que conta com poucos investimentos em segurança cibernética, sendo bem visado quando se trata de ataques. Por isso, começar o quanto antes na construção de uma resiliência cibernética faz toda a diferença para o diferencial competitivo da sua empresa.
Lembre-se de que o seguro cyber é um investimento, não um custo extra para seu negócio. Nosso seguro cibernético conta com coberturas que ajudam a minimizar os prejuízos em caso de ataques digitais e assistência 24 horas para incidentes de segurança.
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