Já faz um bom tempo que a inteligência artificial deixou de ser um tema distante da nossa realidade. Hoje temos diversos dispositivos que permitem que esse tipo de tecnologia faça parte do nosso dia a dia.
São assistentes virtuais, máquinas e robôs, todos equipados com sistemas de aprendizado e algoritmos que são capazes de reproduzir a inteligência humana.
Mas como a IA pode ajudar a aumentar a segurança das empresas? É sobre isso que vamos falar, acompanhe!
É o conjunto de tecnologias que são capazes de simular a inteligência humana através da realização de tarefas do cotidiano, até as mais complexas.
Começou-se a estudar a IA em 1943 quando Walter Pitts e o o neurofisiologista Warren McCulloch desenvolveram um modelo de elementos computacionais retirados de propriedades fisiológicas de um neurônio. Assim, se deu a teoria de Redes Neurais Artificiais.
Já em 1956, o professor do MIT – Massachusetts Institute of Technology, John McCarthy definiu Inteligência Artificial como “a ciência e a engenharia de produzir máquinas inteligentes”.
A principal função da inteligência artificial é fazer com que as tecnologias possam pensar de maneira lógica e, assim, executar tarefas que possam auxiliar as pessoas. Já existem modelos de IA em praticamente todas as áreas, onde a tecnologia consegue melhorar diversos processos.
Todas as empresas correm riscos. Seja de terem seus dados roubados, prejuízos financeiros, problemas trabalhistas, entre muitos outros. A gestão de riscos serve para evitar ou minimizar essas possíveis perdas.
Sendo assim, a gestão de riscos tem como objetivo analisar os processos e situações, bem como pontos de vulnerabilidade para evitar consequências.
Ela é feita através de uma análise aprofundada que identifica e mensura os riscos, podendo assim, criar ações preventivas e corretivas, além de monitoramento, treinamento e políticas de governança.
Uma dessas vertentes da gestão de riscos é a do mundo digital. Afinal, a transformação digital é prioridade para 23% das empresas brasileiras que participaram de uma pesquisa divulgada na revista Exame em fevereiro de 2021. Sendo assim, os riscos cibernéticos estão diretamente ligados a continuidade do negócio dessas empresas.
Isso quer dizer que, se a inteligência artificial promete fazer parte do futuro das empresas, como ela pode ajudar a protegê-las dos riscos causados justamente pela era digital?
Já existem diversas ferramentas que se baseiam em inteligência artificial e são voltadas para a segurança. Entre elas podemos citar o reconhecimento facial nas entradas dos estabelecimento comerciais ou o reconhecimento de voz que ajuda a identificar quem está falando no meio de outras pessoas.
Além disso, as máquinas podem atuar em ambientes onde seres humanos poderiam correr riscos, como locais contaminados ou com muito frio, calor ou pressão, por exemplo.
Esses são exemplos onde a IA ajuda situações físicas das empresas. E os riscos cibernéticos que citamos anteriormente? Como a inteligência artificial é capaz de auxiliar na segurança das organizações?
Afinal, a gestão de riscos do mundo digital é um constante desafio, já que surgem inovações todos os dias e é preciso agilidade para se manter atualizado, preferencialmente, sem haver desperdício de recursos.
É possível utilizar a IA para as seguintes tarefas de segurança cibernética:
O seguro cibernético ainda é a melhor maneira de proteção de riscos, seja em empresas que utilizam a inteligência artificial ou não.
Ele possui coberturas como: responsabilidade civil de terceiros, perdas relacionadas à privacidade e dados pessoais, responsabilidade por coleta e divulgação não autorizada de informações sigilosas, custos com investigações forense e administrativas e indenização para multas e sanções regulatórias da LGPD, interrupção de negócios, restauração de dados e extorsão, incluindo até os ataques de ransomware .
Inclusive, as apólices de seguro já são usadas há tempos para proteção de ativos intangíveis , como propriedade intelectual, por exemplo.
No entanto, ainda existe uma carência de profissionais especializados, principalmente quando falamos de transferência de riscos. Ainda são poucas a seguradoras que atuam nessa modalidade já que os riscos cibernéticos são considerados fomentadores de grandes prejuízos no mundo todo.
Com o crescimento da IA, espera-se que haja uma evolução dos negócios em ambientes virtuais e que os gestores passem a estar mais conscientes da importância da gestão da continuidade do negócio. Para isso, será preciso investimento em treinamento e produtos como o seguro cyber.
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