Foram muitas as mudanças que ocorreram nos anos de 2020 e 2021 por conta da pandemia da Covid-19. Tivemos que mudar nossa rotina no trabalho e passamos a atuar home office. Assim, uma das grandes consequências acabou sendo o crescimento dos ataques cibernéticos.
Mesmo com a LGPD valendo desde setembro de 2020, ainda são muitas as empresas que não têm tomado o devido cuidado para se protegerem.
Mas afinal, o que fez crescer esses ataques? Existe maneira de evitar que eles aconteçam? Acompanhe para saber!
Segundo levantamento anual feito pela equipe de Pesquisa e Análise da empresa Kapersky na América Latina, chamado O Panoramas de Ameaças 2021, e divulgado nesta reportagem , houve um aumento de 23% de ataques cibernéticos no Brasil nos oito primeiros meses de 2021.
Esses dados são em comparação com o mesmo período do ano de 2020 e levam em consideração os 20 malwares mais populares. De acordo com o relatório foram 481 milhões de tentativas de infecção e uma média de 1400 bloqueios por minuto.
Ainda segundo a reportagem, o Brasil lidera com larga vantagem os demais países da América Latina com 1385 tentativas de infecção por minuto. Em segundo lugar está o México com 300 bloqueios por minuto.
Mas o que dizem os especialistas? O que causou essa quantidade de ataques?
Segundo a pesquisa, a principal causa do aumento de ataques cibernéticos no Brasil foi o aumento do trabalho remoto, o tão conhecido home office. Outro problema é a quantidade de softwares piratas que ainda são utilizados, já que as ameaças são largamente disseminadas por esses programas.
A grande maioria das empresas não soube fazer uma transição adequada dos seus funcionários presenciais para o home office. Principalmente por conta da falta de proteção dos computadores pessoais, o que acabou expondo muitas organizações aos ataques cibernéticos.
Os acessos remotos a sistemas da empresa acabam ficando vulneráveis, deixando as senhas de acesso mais facilmente descobertas.
As empresas precisam estar sempre em dia em relação a autorização, autenticação e governança. Para isso, o ideal é proteger a identidade digital dos colaboradores das empresas. Dessa forma, não importa qual dispositivo o colaborador esteja usando, os dados estarão seguros.
Assim, toda vez que o colaborador acionar o sistema da empresa por um dispositivo, serão solicitadas as credenciais, que podem, inclusive, ser temporárias, para garantir a autenticidade caso elas tenham sido roubadas.
Ainda segundo a análise da empresa Kapersky, muitas empresas infelizmente ainda utilizam softwares piratas, por mais que essa prática seja ilegal no Brasil. São mais de 11 mil ataques contra estações de trabalho Windows a cada hora em nosso país, sendo a maioria do sistema operacional da Microsoft.
Além disso, também os servidores que armazenam informações das empresas acabam sofrendo com a pirataria.
Por conta disso, é fundamental que a empresa invista em softwares e sistemas totalmente legalizados. Ainda mais pelo fato de que o seguro cibernético não indeniza ataques provenientes de software ilegais.
Recentemente surgiram novos vírus que atacam instituições bancárias. São do tipo cavalos de tróia, ou trojans. Eles se instalam no celular do usuário após uma “limpeza” solicitada pelo sistema que é solicitada quando ele clica em um script malicioso em algum site. Além disso, o app fica oculto e não se consegue desinstalá-lo de forma manual.
Tudo isso aumentou a preocupação dos usuários, principalmente pelo crescimento das transações bancárias online nos e-commerces, outra consequência da pandemia.
No entanto, a adoção de novas tecnologias de segurança como a dupla autenticação, acabou gerando os RATs, que são os Remote Access Troja, que conseguem burlar esse tipo de proteção.
Assim, mesmo com a dupla autenticação, os cibercriminosos conseguem obter os códigos enviados por SMS, e-mail ou apps, podendo fraudar a instituição bancária diretamente do celular da vítima, o que piora a identificação.
Nesse tipo de fraude, acontece o chamado golpe da mão fantasma, pois os apps abrem sozinhos, parecendo que o celular tem vida própria, já que o criminoso está operando o aparelho de maneira remota.
Esses RATs não roubam apenas os dados bancários, mas também senhas das redes sociais e demais senhas que estão salvas no celular.
A única maneira de se proteger desse tipo de malware é cuidar com mensagens falsas, as chamadas phishings, que pedem a instalação de programas no celular para aumentar a segurança do dispositivo.
Para diminuir as chances de ataques cibernéticos é fundamental que as empresas estejam sempre preparadas através de sistemas antivírus e outros que protejam seu sistema.
Além disso, conte sempre com o seguro para riscos cibernéticos, que oferece proteção financeira em caso de responsabilidade civil a terceiros e também danos ao segurado causados por ataques de hackers ou vazamento de dados pessoais.
Aqui na NV nós temos uma série de produtos que vão atender a sua necessidade.
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