Aplicar as melhores práticas de segurança da informação é a base para a proteção dos dados sensíveis e a garantia da continuidade dos negócios.
Principalmente quando tratamos de empresas de pequeno e médio porte, que muitas vezes enfrentam desafios adicionais de recursos e expertise.
Quer entender mais sobre o assunto e conhecer as melhores práticas de segurança da informação? Confira o conteúdo que preparamos para você!
Segurança da informação refere-se ao conjunto de práticas e técnicas projetadas para proteger a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados e sistemas de uma organização.
Ela envolve a implementação de políticas, procedimentos e tecnologias adequadas para mitigar os riscos de perda, roubo ou acesso não autorizado às informações críticas da empresa.
Os 4 princípios formam a base para o desenvolvimento de estratégias robustas de segurança da informação e são:
Este princípio visa garantir que apenas indivíduos autorizados tenham acesso a informações sensíveis da empresa.
Obtém-se a confidencialidade através da implementação de controles de acesso rigorosos, como autenticação por senha, criptografia e restrições de compartilhamento de informações.
Além disso, ela também protege contra o vazamento de dados para terceiros não autorizados, seja por meio de ataques cibernéticos ou engenharia social.
A integridade dos dados assegura que as informações sejam precisas e completas ao longo de todo o seu ciclo de vida.
Ela tem relação com a implementação de mecanismos que garantam que os dados não sejam alterados de maneira não autorizada, seja por erro acidental, corrupção ou manipulação maliciosa.
Dessa forma, utilizam-se técnicas como controle de versões, checksums (somas de verificação) e assinaturas digitais para verificar a integridade dos dados e detectar qualquer modificação não autorizada.
Este princípio visa garantir que os dados e sistemas estejam acessíveis para usuários autorizados sempre que necessário.
Para isso, precisa-se implementar medidas para prevenir interrupções não planejadas, como falhas de hardware, ataques de negação de serviço (DDoS) ou desastres naturais.
Além disso, estratégias como backups regulares e planos de continuidade de negócios são essenciais para garantir a disponibilidade contínua das operações empresariais.
A autenticidade verifica a validade e a origem das informações, garantindo que elas venham de fontes confiáveis, sem falsificação ou adulteração durante a transmissão ou armazenamento.
Sendo assim, utilizam-se mecanismos como autenticação multifatorial, certificados digitais e técnicas para verificar a autenticidade dos usuários e das informações transmitidas, protegendo contra fraudes e manipulações.
Os mecanismos de segurança da informação tem como foco proteger usuários e seus dados e são divididos em 7:
A identificação é o processo inicial em que um usuário se apresenta ao sistema, geralmente por meio de um nome único ou outro identificador exclusivo.
Dessa forma, ele permite ao sistema distinguir entre diferentes entidades que solicitam acesso aos recursos.
Após a identificação, a autenticação verifica a identidade declarada pelo usuário para garantir que apenas os autorizados tenham acesso.
Normalmente, esse mecanismo é feito através de métodos como senhas, biometria (impressão digital, reconhecimento facial), tokens de segurança, certificados digitais, entre outros.
Uma vez autenticado, o usuário passa pelo processo de autorização, onde se concedem permissões específicas com base nas suas credenciais e perfil de acesso.
Por conta disso, esse mecanismo pode determinar quais recursos ou operações específicas o usuário tem permissão para realizar dentro do sistema ou rede.
Assim como no princípio básico da segurança da informação, a integridade como mecanismo também garante a não modificação dos dados ou informações, seja de forma não autorizada ou acidental, ao longo do seu ciclo de vida.
Dessa forma, utilizam-se mecanismos como hashes criptográficos e assinaturas digitais para verificar a integridade dos dados e detectar qualquer alteração.
A confidencialidade, que também é outro princípio básico, protege contra acesso não autorizado às informações sensíveis, garantindo que apenas pessoas ou sistemas autorizados possam acessá-las.
Geralmente obtém-se a confidencialidade através de técnicas como criptografia, que transforma os dados em um formato ilegível para qualquer pessoa sem a chave de decodificação adequada.
Esse mecanismo garante que se possa comprovar posteriormente a origem e o recebimento de mensagens ou transações, evitando que uma parte negue ter enviado ou recebido determinada informação.
O não repúdio é especialmente importante em transações comerciais e comunicações críticas, onde a responsabilidade e a autenticidade das partes envolvidas precisam de verificação.
Por fim, a disponibilidade assegura que os sistemas e recursos de informação estarão acessíveis e operacionais quando necessários para usuários autorizados.
Isso envolve a implementação de medidas que já citamos neste, que também é outro princípio básico.
Confira as melhores práticas para manutenção da segurança da informação nesses casos:
Os colaboradores devem ser conscientizados sobre os riscos cibernéticos, phishing, engenharia social e práticas seguras, como criar senhas fortes, não clicar em links suspeitos e relatar incidentes de segurança.
Sendo assim, treinamentos regulares ajudam a manter todos atualizados sobre as últimas ameaças e melhores práticas.
Implementar controles físicos e lógicos para proteger os ativos de informação é essencial, sendo que:
Estas políticas, que fazem parte da governança de dados, devem abordar o uso aceitável dos recursos de TI e responsabilidades dos funcionários em relação à segurança da informação.
Além disso, precisam conter procedimentos para lidar tanto com incidentes de segurança como com a conformidade com as regulamentações.
Controlar o acesso dos usuários aos sistemas e dados com base no princípio do "menor privilégio necessário" ajuda a reduzir o risco de acesso não autorizado.
Dessa forma, recomenda-se implementar autenticação multifatorial (MFA), revisões periódicas de acessos e políticas de desativação de contas de ex-funcionários.
Realizar backups regulares e armazená-los de forma segura é essencial para proteger os dados contra perda devido a falhas técnicas, ataques de ransomware ou desastres naturais.
Sendo assim, deve-se testar um plano de recuperação de desastres regularmente para garantir a rapidez e eficácia do resgate desses dados em caso de incidente.
Utilizar software antivírus atualizado, firewalls de próxima geração e sistemas de prevenção de intrusões (IPS) ajuda a proteger contra malware, ransomware e outras ameaças cibernéticas.
Além disso, é importante implementar filtragem de e-mails e navegação segura na web para mitigar riscos.
Manter sistemas operacionais, aplicativos e dispositivos atualizados com as últimas correções de segurança é fundamental para fechar vulnerabilidades conhecidas.
Assim, configurar atualizações automáticas sempre que possível pode ajudar a garantir a aplicação rápida das correções de segurança.
Implementar ferramentas e processos para monitorar a atividade da rede, detectar possíveis incidentes de segurança e responder rapidamente é de extrema importância.
Portanto, pode-se realizar análise de logs de segurança, monitoramento de tráfego de rede e uso de sistemas de detecção de intrusões.
Realizar auditorias de segurança regulares, testes de penetração e avaliações de vulnerabilidades ajuda a identificar e corrigir potenciais brechas de segurança antes de sua exploração por criminosos cibernéticos.
É importante salientar que essas avaliações devem ser realizadas por equipes especializadas em segurança da informação, sejam internas ou terceirizadas.
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